Crise de Energia e Água. Interferência nas contas de luz dos brasileiros


O custo da Energia Elétrica gerada no Brasil sobe devido à crise Hídrica, mas já vinha subindo em virtude das Usinas Termoelétricas que existiam como um seguro e passaram a funcionar diariamente independente do período de seca ou chuva.

Com isso o Brasil diminui a Produção Sustentável de energia já que nossa matriz energética reduziu a participação de energia “limpas” e aumentou a produção de energia “suja” (queima de Petróleo, Carvão, Gás etc).

Enquanto isso não há incentivos ou subsídios concretos e viáveis para geração de energia solar e eólica pelas residências, como na Alemanha e outros países, onde se produz para si (casa) e para o sistema. O material é caro e a aprovação do Projeto é complexa e demorada.

As usinas nucleares são caras e tem uma vida útil reduzida. As Usinas Hidrelétricas demoram muitos anos para iniciarem sua produção e causam um impacto ambiental enorme na fauna, flora e clima.

O parque eólico aumenta a passo de lesma.

As tarifas aumentaram mais de 50% por conta da falta de água, dos custos e por incrível que pareça porque nós economizamos.

O Governo instituiu as bandeiras Verde, amarela e Vermelha, conforme a quantidade de água nos reservatórios e a utilização das termoelétricas.

Enfim, leia o artigo completo (o que está nesse blog é apenas o início dele).

Energia Inteligente

15058902Com a atual crise hídrica desde 2014, o Brasil vem enfrentando grandes desafios para manter suas “luzes acesas”. A falta de água e planejamento estrutural, permanência dos riscos de apagões e grande dependência de hidrelétricas em sua matriz energética são alguns dos principais fatores que desestabilizaram o setor energético do país. A crise não surgiu por acaso e nem a causa pode ser resumida a um só item. Esse processo tem como referência histórica a redução de investimentos na transmissão, distribuição e conservação de energia elétrica; a dependência do país com relação às usinas hidrelétricas; as transformações ambientais, incluindo os baixos índices pluviométricos; e aumento da demanda em razão do desenvolvimento de novos empreendimentos nos diferentes setores da economia (agricultura, indústria e serviços) associado a um aumento de consumo residencial de energia elétrica.

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